Era desejo e carne.Uma sonhadora que se fantasiava de libertina.Que mal podia mascarar seus delírios, quem diria parar de sonhar...
Quantos dias, semanas, de hiato criativo são sentidos fisicamente por mim?
Da raiva que me escapa por não pôr em palavras claras idéias?Quanto ódio, desprezo e a puta necessidade de ração para meu ego?
De que valem as noites (plural??) em que sinto verdadeiramente a morte, enquanto, na trilha sonora, soluços tão altos que poderiam passar por novela mexicana?
De que serve essa sensação real de morte, não aquela, camuflada, de tristeza profunda, mas a real, a física?
De que serve se ela não vai ao papel?
Se a madrugada termina numa caneta quebrada e um ritual grotesco de auto-mutilação?
A luz me corrompe.
A sobriedade é indecente.
Meu prazer é com uma pitada de dor, por favor.
Quantos dias, semanas, de hiato criativo são sentidos fisicamente por mim?
Da raiva que me escapa por não pôr em palavras claras idéias?Quanto ódio, desprezo e a puta necessidade de ração para meu ego?
De que valem as noites (plural??) em que sinto verdadeiramente a morte, enquanto, na trilha sonora, soluços tão altos que poderiam passar por novela mexicana?
De que serve essa sensação real de morte, não aquela, camuflada, de tristeza profunda, mas a real, a física?
De que serve se ela não vai ao papel?
Se a madrugada termina numa caneta quebrada e um ritual grotesco de auto-mutilação?
A luz me corrompe.
A sobriedade é indecente.
Meu prazer é com uma pitada de dor, por favor.


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